terça-feira, 28 de julho de 2009

sábado, 18 de julho de 2009

nós merecemos

Eu, num habitual ataque de insegurança:
- amor, você acha que vai me amar a vida inteira?
Ele:
- Não, a vida inteira não.
Parou um instante, pra depois continuar:
- Essa vida inteira é pouco; eu vou te amar por todas as minhas vidas. Eu vou te amar pra sempre!

Ri a surpresa da resposta, o abraço apertado que ganhei, o sorriso maroto de quem sabe que disse o que queria ser ouvido. Mas foi mais do que eu esperava ouvir, apesar de sentir que ele estava sendo sincero, e pensei que meu marido não merece uma mulher insegura, mal humorada porque nãao cabe mais nas roupas, infeliz com as linhas redondas do rosto, e com taquicardia com o menor esforço.
Marido é companheiro, vive dizendo que eu sou linda, adora me apertar, e nunca reclamou do meu peso. Mas o excesso de peso me deixa irritada, insegura, frustrada, e não há amor que resista a isso. Não é o peso; é a maneira como eu o encaro.
Mais um ponto a favor da educação alimentar: meu casamento é meu bem; e meu bem, definitivamente, é estar com vinte quilos a menos. E assim me manter.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

DIA DOIS

Eu tentei... juro que eu tentei... mas olha isso:

http://www.ateliedochef.com.br/

IMPOSSÍVEL resistir.

Vou ali dar tchau pra ela, tá?

rs.

terça-feira, 14 de julho de 2009

DIA UM!

Primeiro dia de uma decisão muito importante. Decidir começar a dieta? Não; dia de decidir começar a falar sobre ela.

Li na revista “Saúde” de uns meses atrás, que escrever, principalmente em blogs, quando pode haver grande interação, tem se mostrado a cura, ou auxílio, para diversos problemas psicológicos ligados à ansiedade, depressão e distúrbios de comportamento ou alimentares. Ou de todos esses juntos, que parece ser o meu caso.

Tô deprimida? O marido ligou e ao invés de dizer “beijo, amor, te amo, tchau”, disse “tá, tchau” e desligou deixando a impressão de não me amar mais, aí vai uma coxinha de frango com catupiry com um copo grande de fanta laranja. Tô com raiva do que tive que aturar calada sem rosnar ou praguejar? Vem aí um Cascão sabor baunilha, calda de chocolate, ovomaltine e waffer. Vai ter prova de Direito Empresarial? Só um X-tudo [tudo meeeeeesmo!] do “Dogão” me acalma.
Mas aí, se for boa notícia, como emprego novo do maridão; ou nota boa em Empresarial e passei sem precisar de prova final; que choveu de aula pra dar... aí merece uma mexicana grande do “Ateliê do Chef”, uma picanha suculenta e gordurosa do “Malagueta”, ou um bom filé à parmegiana no Changrilá.
Ai, ai... Guento com isso?

É ... Ansiosa, deprimida, feliz, raivosa, alegre... a comida está lá, em porções generosíssimas.

Ponto inicial de discussão:

É pra isso mesmo que comida serve? Passatempo?
Consolo? Recompensa? Autopunição? Autoflagelo?

Só se partilha comida? Só se comemora com comida? Só se reúne os amigos em
torno de uma mesa despencando comida?

Então!?! Tenho muito sobre o que refletir nos próximos dias.

Brinde de água de coco para o post de abertura do blog. Salute!

P.S.:

Só para constar: não tenho desconto pela publicidade dos estabelecimentos
ou produtos citados. É porque são bons mesmo. E como são! Eu? Como! E como como!

E também já chega de trocadilhos infames. Inté!